sábado, 27 de junho de 2009

Immolation + Vader @ Roterdão - 25 de Junho


Esta pequena sala de concertos está localizada nos arredores de Roterdão e não comporta mais de 200 pessoas (estimativa). À beira de uma estrada bastante movimentada mas incorporado num parque os dragões anunciam a ferocidade que durante as próximas horas vão dominar o seu interior.
À hora da minha chegada, uma hora antes do início dos concertos o ambiente pré-concerto era inexistente. Alguns músicos deitados na relva refrescavam-se com cerveja.


E sem nada para fazer pude atravessar a estrada e adquirir a minha ração de combate. Sim, é um pouco de exagero, acabei por apenas comer meio pacote de batatas. Na foto não está incluída a sobremesa, que consistiu em mais um par de latas.
Entretanto já algumas dezenas haviam chegado e o que me parecia ser som de ambiente era afinal a primeira banda a actuar. Ainda apanhei um pouco de NOX mas não foi entusiasmente e foi nessa altura que fui tratar da sobremesa.

Rigorosamente dentro do horário os Vader entraram em palco e foi então que se verificou a maior densidade populacional em frente ao pequeno palco. Durante uma hora houve alguma acção e muitos cabelos a voar.
Tocar em pequenos palcos tanto para os Vader como para os Immolation não se apresenta como um grande desafio, é com uma perna às costas que satisfazem os àvidos metaleiros.
Os Immolation apresentaram-se igualmente sólidos e deram o litro, particularmente Ross Dolan. Esta é o que eu chamaria "encher chouriços tour" em que entre grandes festivais se arranjaram algumas datas para manter a máquina em movimento.







Na hora do regresso a casa a notícia da morte de Michael Jackson já dominava 99% da atenção mundial por isso tinha que partilhar o que de bom se passou no dia 25 de Junho à noite. Gostei particularmente da ver Vogg na "lead" em Vader, parece-me uma aquisição perfeita que pode dar muita qualidade à banda. Vamos ver como sai "Necropolis".
Nota: O fotógrafo era muito mau mas foi o que se pôde arranjar.

domingo, 24 de maio de 2009

The Guild - Season 1


O dilema do copo meio cheio ou meio vazio. Produção semi-amadora ou semi-profissional? Seja como for esta série é composta por mini-episódios com um argumento perfeitamente ajustado ao formato mini.
Apesar de estar afastado do jogo online e da sua terrível dependência que estilhaça 99% das vidas sociais que os gamers tiveram um dia, partilho uma certa inadequação a ambientes não familiares. Lá por serem um clã que tem sucesso nas jornadas cibernéticas não quer dizer que se consigam entender num contexto social.
Este projecto demonstra um pouco de amadorismo principalmente na qualidade dos actores mas tira daí também muito do seu charme porque agudiza ainda mais a sensação de dificuldade de se relacionarem.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Seth MacFarlane's Cavalcade of Cartoon Comedy


Imaginemos que se pegavam numas quantas séries de Family Guy e se cortavam todas as cenas em que os Griffins ou os seus vizinhos aparecem. Provavelmente teríamos algo do género desta "Cavalcade of Cartoon Comedy". São 1001 pequenas piadolas parvas tal e qual como se espera de um produto saído da cabeça do Seth MacFarlane. Esta é a prova que eu precisava para confirmar que o Family Guy pretende seguir as pisadas dos Simpsons também na longevidade. Estes trechos cómicos resultam muito melhor misturados numa qualquer história do Family Guy mas sao uns minutos bem passados a rir de estereótipos mutantes.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Ricky Gervais - Animals


Hoje cheguei a casa e vi o último episódio dos Simpsons. Depois de uns momentos de reflexão decidi que era melhor não ficar por ali e então optei por ver alguma coisa que me animasse.
Arranquei umas boas gargalhadas às custas da bicharada, num vídeo que pretende ser didático (ou não). vai-se da ficção à criação e das bestas selvagens aos animais de estimação. No fim de tudo ainda retirei uma óptima ideia de negócio, e tudo graças aos comportamentos homosexuais exercidos a toda a hora e em qualquer lugar, terra, mar, ar. Bem, este último não foi relatado, talvez o risco acarretado não compense estar no bem bom por entre nuvens. Se bem que daria uma privacidade extraordinária. Voltando ao negócio, Ricky Gervais apresentou e usou-se de um livro de título "Biological Exuberance: Animal Homosexuality and Natural Diversity". Não querendo entrar em discussões científicas, deu-me a entender que muito disto é no mínimo discutível, mas extremamente interessante numa perspectiva da tentativa incessante de tentar compreender a escolha por parceiros do mesmo sexo. E lá está ele na loja online Amazon, ao lado é sugerido "Gay and Christian? Yes!". Que mercado extraordinário este das pessoas que querem justificar tudo a todo o custo. Tudo se pode escrever, desde que bem fundado, o que quer dizer, 300 páginas para cima. Eu vou apostar no "Animal Homosexuality and Christian? Not acording to the catholic church". Best-seller na calha.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

American Dad s04e19


Achei a linha da história algo relacionada com o episódio de Family Guy da semana passada. E do que se trata então? Parceiros burros que nem uma porta. Eu no lugar do Stan faria o mesmo. Se a minha mulher for burra, única hipótese de ser escultural, proporcionar-lhe-ia uma longa carreira enquanto doméstica. Cada promoção a cada cozinhado comestível, de ano a ano deve ser aceitável.
É-nos feito acreditar que os homosexuais são delicados, cultos e medrosos, não sei bem porquê. Se eu tenho medo do escuro posso ser considerado 1/3 gay? Dormir de luz acesa dá-me uma despesa de luz que é um exagero. Bem, vou ver a segunda edição da Playboy portuguesa, tem uma mulher nua na capa! Uma senhora com mais de quarenta e com aquela pele, que luxo!

Family Guy s07e015


Este é para por na conta de Stephen King. E o Peter Griffin ainda nos tenta enganar, o sacana. É verdade que se tratam de três histórias inicialmente escritas, logo contactaram o mundo inicialmente sob a forma de livro mas posteriormente dramatizadas no cinema. São as três histórias: Stand By Me, Misery e Shawshank Redemption. Estas versões parvas bebem um pouco da essência de cada história e bem ao estilo do Family Guy entretêm com sucesso. É uma oportunidade rara de ver a rapaziada enquanto adolescentes e o Joe a andar, será que anda mesmo? Algumas personagens ficaram de fora, acho que não quiseram forçar a entrada de todo o "cast", e resultou bem.
Um episódio que fala da Rebecca Romijn não pode ser criticado. Stephen, olha a conta.
O rock'n'roll ofereço eu...